E-Book para download

Mais um livro digital para baixar: em homenagem ao Santo padroeiro do Blog, São Luís de Montfort e da chegada do mês dedicado à Virgem Maria, maio, publicamos “O Rosário Meditado e o Método para rezar com fruto o Santo Rosário”, de São Luís. O E-book está em formato Epub, compatível com uma série de aplicativos para plataformas móveis e PCs.
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Capa Epub

Ressuscitou Cristo!

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À Vítima pascal ofereçam os cristãos sacrifícios de louvor. O Cordeiro resgatou as ovelhas; Cristo, o Inocente, reconciliou com o Pai os pecadores. A morte e a vida travaram um admirável combate; depois de morto, vive e reina o Autor da vida.Diz-nos, Maria, que viste no caminho? Vi o sepulcro de Cristo vivo e a glória do Ressuscitado. Vi as testemunhas dos Anjos, vi o sudário e a mortalha. Ressuscitou Cristo, minha esperança; precederá os Seus discípulos na Galileia. Nós sabemos e acreditamos: Cristo ressuscitou dos mortos. Ó Rei vitorioso, tende piedade de nós.

(Liturgia romana)

O encontro com o Senhor

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O encontro com Ele [Jesus] é o ato decisivo do Juízo. Ante o seu olhar, funde-se toda a falsidade. É o encontro com Ele que, queimando-nos, nos transforma e liberta para nos tornar verdadeiramente nós mesmos. As coisas edificadas durante a vida podem então revelar-se palha seca, pura fanfarronice e desmoronar-se. Porém, na dor deste encontro, em que o impuro e o nocivo do nosso ser se tornam evidentes, está a salvação. O seu olhar, o toque do seu coração, cura-nos através de uma transformação certamente dolorosa, ‘como pelo fogo’. Contudo, é uma dor feliz, em que o poder santo do seu amor nos penetra como chama, consentindo-nos no final sermos totalmente nós mesmos e, por isso mesmo totalmente de Deus. Deste modo, torna-se evidente também a compenetração entre justiça e graça: o nosso modo de viver não é irrelevante, mas a nossa baixeza não nos mancha para sempre, se ao menos continuámos inclinados para Cristo, para a verdade e para o amor. No fim de contas, esta baixeza já foi queimada na Paixão de Cristo. No momento do Juízo, experimentamos e acolhemos este prevalecer do seu amor sobre todo o mal que há no mundo e em nós. A dor do amor torna-se a nossa salvação e a nossa alegria.

(Bento XVI)

Da confiança em Deus no conhecimento das nossas misérias


Não somente a alma que conhece a sua miséria pode ter uma grande confiança em Deus, mas nem mesmo pode ter uma grande confiança sem conhecer a sua miséria, porque este conhecimento e confissão da nossa miséria conduz-nos naturalmente para Deus. É por isso que os grandes santos, como Jó, Davi e outros, começavam as suas orações pela confissão das sua miséria e indignidade, de maneira que é belíssima coisa o reconhecer-se pobre, vil, abjeto e indigno do comparecer à presença de Deus.
Esta palavra tão célebre dos antigos: Conhece-te, mesmo que se entenda da grandeza e excelência da alma para a não aviltar e profanar por coisas ilegais da sua nobreza, refere-se também ao conhecimento da nossa indignidade, imperfeições e misérias, sendo certo que, quando mais miseráveis nos reconhecermos, tanto mais confiaremos na bondade e misericórdia de Deus. Porque entre a misericórdia e miséria há uma ligação tão estreita, que uma se não pode exercer sem a outra. Se Deus não tivera criado o homem, seria imensamente bom; mas não seria atualmente misericordioso, porque a misericórdia se exerce para com os miseráveis. Desta forma bem vedes que, quando mais nos reconhecemos miseráveis, tanto mais ocasião temos de confiar.
A desconfiança de nós mesmos provem das próprias imperfeições; o melhor é desconfiarmos de nós mesmos; mas isto de nada serviria se não tivéssemos toda confiança em Deus e não esperássemos da sua  misericórdia.
(São Francisco de Sales)
 
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